Storytelling para a inclusão | Dia 4: Florença – incluir começa nos pequenos detalhes

02 de setembro de 2026
O segundo dia em Florença trouxe novas experiências e, sobretudo, novas oportunidades para olhar para a inclusão de diferentes perspetivas.Durante o dia, o grupo passou pela Praça da Independência, pelo jardim Botânico e pelo Museu delle Cappelle Medicee. Foi precisamente neste último espaço que surgiu uma reflexão importante sobre acessibilidade e coerência.
Ao visitarmos o museu, observamos uma situação de inacessibilidade com a existência de escadas e, logo de seguida, uma rampa não garantindo, assim, a acessibilidade de todos.
Enquanto observávamos essa barreira, um casal de idosos, com pouca mobilidade , estava a visitar o museu com alguma dificuldade o que nos levou a questionar se a acessibilidade deve ser pensada apenas como a existência de uma alternativa ou se deve estar integrada de forma natural, coerente e igualitária nos espaços que todos utilizamos pois, na verdade, aquele acesso constitui uma barreira, não só social, cultural e até etarista. Esta situação fez-nos perceber que incluir não é apenas criar soluções, mas garantir que essas soluções permitem que todas as pessoas tenham uma experiência digna, autónoma e verdadeiramente participativa.
Pensar em acessibilidade, observar quem consegue ou não participar e criar oportunidades para todos são passos importantes para construir comunidades mais abertas e uma Europa onde ninguém fique de fora. Porque uma sociedade inclusiva não é aquela onde todos são iguais, mas sim aquela em que todos têm as mesmas oportunidades.———————————————————————Para ler mais clicar em: Read More

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